Independência, as parcerias não podem assustar
15 de Fevereiro de 2012 por Wellington Campos | Categorias: Futebol | 59 Comentários »
Não tive o prazer o de trabalhar no antigo estádio Independência e não abrirei mão de conhecer o novo que antes da inauguração já causa, para alguns, um desconforto econômico. Sempre criticamos os governos e seus governantes devido as más administrações de estádios de futebol. Mineirão, Maracanã, Fonte Nova, Pacaembu, Castelão e outros. Justamente quando o governo acena com administrações profissionais e privadas, parece que estádio cai na cabeça de algumas pessoas.
O Atlético ao fechar parceria com BWA para a “exploração econômica” do Independência é apenas mais uma oportunidade de se lucrar honestamente com o futebol. Não consigo enxergar nenhum dolo. Como pode dar lucro se bem gerido, pode dar prejuízo se vier o contrário. O América não perde seu patrimônio, o governo vai tratar do que tem que tratar que são as coisas públicas e o Atlético com a BWA sabem o que fazer.
Se ficou algum clube magoado ainda dá tempo de arrendar o Mineirão, o modelo de gestão será o mesmo. Que corra o Cruzeiro atrás de um parceiro forte venha administrar o maior estádio de Minas Gerais.
Aqui no Rio de Janeiro, o Maracanã poderá ser gerido pelo Eike Batista, um dos homens mais ricos do mundo. CBF, Flamengo e Fluminense também falam nesta gestão.
Não podemos mais ver o futebol como ação entre amigos. A brincadeira é de ganhar dinheiro. Para isso ocorrer parcerias e projetos grandes precisam ser feitos e colocados em prática. É assim que funciona no mundo inteiro e nós sempre elogiamos. Quando temos a oportunidade de fazer em Minas Gerais algumas pessoas reclamam.
As coisas novas sempre causam uma sensação de desconfiança, o novo assusta, mas vamos apostar em dias melhores para nossos clubes. Veja como é bom voltar para casa.

O Independência é nosso!!! Galo!
o time do outro lado pra se gabar seu centro de treinamentos, tem que lembrar que quem construiu foi uma parceria da Hicks com o time deles . que por sinal deu foi prejuizo p/ coitada da empresa .
esse negocio de parceria tem pensar e analisar ; so que o time azul penso demais . obrigado.
Acabou a polemica, o Alexandre Kalil foi realmente muito esperto e nao acharam nada de irregular no contrato entre atletico e BWA (apenas algumas ressalvas) e o atletico vai ‘administrar’ o independencia.o cruzeiro saiu pelas portas do fundo na reuniao.
O que não ” aguento” por aqui é ficar lendo choradeira dos Cruzeirenses sempre tentando levar vantagem em tudo. Quem vai na frente bebe agua limpa, e assim o Kalil fez. O Cruzeiro que hoje é uma insituição falida, tentou a todo custo vetar o tal contrato entre a BWA e o Atlético. Métio para o Kalil que soube articular neste sentido e não ficou como um certo dirigente que em sua gestão teve o apoio político do ultimo Governador até para interfeir na arbitragem mineira. Quer jogar no Independencia? Tratar primeiro com o América que depois vai indicá-los a entrarem em contato com o Sr. de Nome Kalil. Choraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Mais uma vez a torcida atleticana se deixa iludir. Na falta de poder comermorar um grande título (os torcedores com menos de 50 anos não sabem o que é isso e os que têm mais de 50 so comemoraram uma vez), estão comemorando dividir os resultados do campinho da Independencia. O Guaranai de Campinas, a Ponte Preta, o Atletico do PR, o Coritiba, o Sport Recife, o Nautico, o Santa Cruz, a Portuguesa, têm seus Estádios. O Botafogo administra o Engenhão. E dai? Quantos títulos esses times conquistaram nos últimos quarenta anos?. Tradiçao e respeito internacional não se conquista buscando brechas em contratos de concessão. Só com grandes títulos e revelando grandes jogadores para o Futebol Mundial.
PENSEM!!!! Não sejam enganados pela parte atleticana da mídia mineira. O acordo não é legal!!!
“Pequenos Ajustes”? São mudanças, substanciais, no objeto do contrato. Ou seja, mudanças no ítem que define o que é o contrato.
Há uma diferença MUITO grande em Administrar e Acordo Comercial, para somente Acordo Comercial.
Houve um grande acordo para não cancelar a licitação, prevista em lei, o que acarretaria em mais atrasos para a inauguração do estádio.
O Kalil teve que se curvar e admitir, mesmo que somente às portas fechadas, a “orelhada”.
O contrato celebrado entre o Consórcio Arena Independência e o Clube Atlético Mineiro, como feito, é absolutamente ilegal, eis que transfere para terceiro proibido de licitar/concorrer o objeto da concorrência pública promovida pelo Estado de Minas Gerais, a teor do disposto no art. 78, inciso VI da Lei 8.666/93, que preceitua: “(…)Art. 78 – Constituem motivo para a rescisão do contrato: (…) VI – a subcontratação total ou parcial do seu objeto, a associação do contratado com outrem, a cessão ou transferência, total ou parcial, bem como a fusão, cisão ou incorporação não admitidas no edital e no contrato;(…)”.
A partir do momento em que o contrato sigiloso e confidencial (cláusulas 11.5 e 11.6) firmado entre o Clube Atlético Mineiro e o Consórcio Arena
Independência tornou-se inesperadamente público, o Governo de Minas Gerais, promotor da licitação, se viu obrigado a acionar a Advocacia Geral do Estado e a Procuradoria Geral de Justiça para análise da legalidade do mencionado contrato privado.
No último dia 24 do corrente mês de fevereiro, realizou-se reunião na sede da Procuradoria Geral de Justiça, com a presença de todas as partes interessadas.
Ao final do encontro restou definido que: O contrato privado celebrado entre o Clube Atlético Mineiro e Consórcio Arena Independência na forma como feito é ilegal.
Foi dada a oportunidade para que o Consórcio Arena Independência e o Clube Atlético Mineiro alterassem o contrato, transformando-o em um mero acordo comercial (o que nas entrevistas foi denominado “ajustes”) eliminando as cláusulas de gestão e administração do Estádio, o poder de veto do Atlético no tocante as partidas que serão realizadas no estádio e a sociedade em conta de participação.
Isso deve fazer parte do acordo entre Cruzeiro e Atlético, no final do ano passado, naquela vergonhosa partida para não rebaixar o Cruzeiro. Não tem mérito nenhum nessa negociação, apenas uma jogada política, uma compensação… Não me iludo mais com o futebol, aliás, com os dirigentes, empresários e boa parte dos jogadores… O Sistema é tão corrupto qto os demais do país, política, religião, etc… De qualquer forma, adoro futebol, principalmente o meu GALO. Mesmo com toda discriminação, badalação e favorecimento, ao eixo Rio-Sampa, torcer pro Galo é bom demais!!!
Abraços,
Agenor
Meu amigo Luis Gustavo, seu argumento foi muito fraco. Não houve orelhada, nem diminuição dos direitos do Atletico em relação a exploração visual, marketing, bares, placas estacionamento, entre outros. Melhor ler o contrato.
Infelizmente para os Cruzeirenses, correm o risco de Jogar na “Arena do Galo” (caso seja do interesse do Atletico colocar este nome) em razão do Atletico poder explorar o “Naming Right”!
Grande abraço!
o cruzeiro dos perrelas sempre que perdia pro glorioso e dava algum vexame em qualquer campeonato falava que uma parceria portuguesa pra construir um estadio .
mas quando ganha de seis fez o que fez da uma mancada dessa do independencia .
eles tem muito que preocupar porque no sudeste o galo e eles estao muito longe da ,midia que gera investimentos.
muito obrigado .