Cruzeiro acerta na escolha de Celso Roth

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O presidente do Cruzeiro Gilvan Tavares escolheu bem o treinador do Cruzeiro. Celso Roth é trabalhador e vencedor. Conhece futebol e sabe organizar equipes. Suas passagens por Vasco da Gama, Grêmio, Flamengo e outros times sem grande elencos, conseguiu montar times competitivos.

Seu jeito as vezes é mal interpretado por alguns jornalistas. Não vejo Celso Roth assim, mal humorado. Objetivo nas respostas, não é de levar desaforo para casa.  Como o Cruzeiro não precisa de um poeta nas entrevistas, mas um treinador capaz de dar uma cara ao time que se apequenou nos últimos meses, deixando sua torcida bastante apreensiva.

Com título internacional no Colorado gaúcho em 2010, Celso Roth tem tudo para fazer bonito na Toca da Raposa. Em 2008 treinando o Grêmio foi o vice campeão Brasileiro com o São Paulo de Muricy Ramalho campeão. Na festa da CBF dos melhores do campeonato, aqui mesmo na Itatiaia, o técnico Vanderlei Luxemburgo declarou que naquele ano o melhor técnico foi Celso Roth. Sem uma equipe de grandes talentos foi uma sensação.

O Cruzeiro muda o estilo de trabalho. Sai o Wagner Mancini que tem tudo para ser um dos grandes treinadores do Brasil num futuro breve, e entra um Celso Roth cascudo, pulso forte e campeão. Saberá buscar na base do clube talentos para o time principal e alguns nomes desconhecidos poderão despontar. Roth é um grande garimpeiro de jogadores.

Pelo www.twitter.com/wellingcampos li muitas opiniões contrárias a escolha de Celso Roth. Faz parte do futebol e o tempo dará oportunidade de ver o gaúcho conquistar a torcida celeste. Muitos queriam a volta do Adilson Batista mas ele não aceitou voltar agora. Levir Culpi foi considerado caro e a escolha pelo Roth foi acertada.

Convocaria o torcedor do Cruzeiro para dar um voto de confiança nessa nova comissão técnica.

Cruzeiro paga mico. Exemplo serve para o Galo também

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O torcedor Cruzeirense está chateado, alguns desiludidos e outros bastante preocupados. Não é para menos. O primeiro semestre passou de maneira frustrante a cada 90 minutos e até nos acréscimos dos árbitros. Não houve uma grande partida no ano.

O Cruzeiro viveu até agora da goleada de 6×1 no Galo como se fosse a conquista de um título. Pode até ser na rivalidade caseira, porém, ela mascarou quase todos os problemas da temporada passada e reforçou a necessidade de ser um grande time.

Dá a sensação que os dirigentes incorporaram a cultura dos torcedores de que quanto pior no adversário melhor para nós. Alguém escreveu que nós mineiros precisamos parar com isso. Poderíamos copiar a rivalidade gaúcha de Inter e Grêmio. Lá, ser maior que o rival é a meta. Cada um tempo estádio, grande número de associados, títulos e mais títulos internacionais.

Vágner Mancini, uma excelente pessoa, pagou o preço da inexperiência em grandes clubes. Sem grandes jogadores não conseguiu dar confiança ao torcedor e sai do Cruzeiro levando na bagagem uma goleada no Galo quando poderia ter caído para segunda divisão. Será lembrado na história do Cruzeiro apenas por um jogo.

O presidente Gilvan Tavares tem a responsabilidade e a obrigação de pensar grande. O Cruzeiro já algumas décadas, deixou de ser o time da cidade ou do estado. Ganhou fama no Brasil e respeito no exterior. E seguir essa tradição custa esforços acima de nossas capacidades e ser criativo é necessário.

Os torcedores  sabem que o time precisa, além de um treinador competente no banco de reservas, de grandes jogadores. Laterais, zagueiros, meias e atacantes. Nesse momento, apenas o goleiro Fábio tem a unanimidade da torcida.

O sabor amargo das derrotas traz reflexão. Não se pode perder tempo. Aliás, o trabalho para o Brasileirão já está atrasado, no Cruzeiro e no Galo.

Sei alguns Atleticanos vão também concordar que nosso alerta também serve para o Galo, para o América e para todos os clubes. Vamos parar de achar que apenas os clubes de Rio de Janeiro e São Paulo são os grandes do Brasil e nós somos menores. Os clubes de Minas Gerais possuem mais estruturas que os cariocas e paulistas e precisamos fazer valer isso aí.

CBF faz seu papel e vai bancar séries C e D

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O presidente da CBF, José Maria Marin, anunciou ajuda financeira para a Série D, tentando dar um salto de qualidade na competição. A Série C também terá custos de viagens bancados pela entidade.

Pelo tamanho do Brasil, as divisões inferiores possuem times de cidades mais distantes e com isso o custo de deslocamento é exorbitante num pais apontado e sentido no bolso como um dos mais caros do mundo. Tudo no Brasil tem preço fora da realidade se comparado com países mais desenvolvidos. O futebol também pago alto para ser jogado e muitos clubes classificados no estaduais estavam desistindo das competições por falta de dinheiro.

A CBF vai pagar 25 passagens aéreas, quando o deslocamento for superior a 700 quilômetros ou ônibus especial em viagens inferiores. Também serão pagas diárias e refeições nos hotéis, proporcionando um alívio no bolso das equipes. Em contra partida times mais fortes poderão ser montados.

Algumas poucas federações chegaram a pedir a fusão das séries C e D, mas seria um retrocesso. A Terceira Divisão se consolidou com 20 equipes que possuem um calendário de janeiro a novembro, com jogos somente aos finais de semanas, com televisão e dois grupos de 10 equipes jogando entre si na primeira fase. Esse ano times de grandes torcidas estarão na terceirona como Santa Cruz, maior média de público do Brasil, Fortaleza, Paysandu, Vila Nova GO, e o Tupi de Juiz de Fora será o representante mineiro.

A CBF que teve no ano passado faturamento de R$ 310 milhões e lucro de R$ 73 milhões faz seu papel de qualificar as competições. Aos clubes roga-se o bom senso e responsabilidade para promover bons jogos durante os próximos meses.

Enquanto isso, fico aqui esperando as grandes contratações de Cruzeiro, Atlético e América para o Brasileirão. Por enquanto só boatos e tentativas de bons reforços capazes de devolver a esperança de glórias ao final desse ano.

As coisas começam a caminhar melhor com a volta do Independência, jogos em Belo Horizonte e em dezembro a inauguração do novo Mineirão.

Que Deus ilumine as cabeças dos nossos dirigentes mineiros para a montagem de grandes equipes, amém!

Times ruins em Minas Gerais para o Brasileirão

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Faltando pouco menos de 20 dias para começar o Brasileirão 2012, tenho provocado meus amigos seguidores do Twitter sobre a situação dos clubes mineiros e as opiniões caminham para um consenso: times ruins e preocupação com rebaixamento.

Achei interessante um desses amigos repassando a responsabilidade para a imprensa mineira pelo times fracos de Cruzeiro e Atlético, alegando que elogiamos jogadores que nem poderiam vestir essas camisas consagradas. Pode até ser isso, precisamos cobrar dos dirigentes a formação de elencos fortes para honrar o nosso futebol.

O torcedor do Cruzeiro, depois de décadas com equipes competitivas e fora da final do campeonato mineiro critica muito o trabalho do técnico Vágner Mancini e quer jogadores capazes de devolver as vitórias e os títulos nos torneios e campeonatos.

O torcedor do Galo, também considera seu time no máximo bom, porém incapaz de brigar por títulos expressivos no cenário nacional e internacional. Reclamam da falta de bons laterais, um camisa 10 habilidoso e um atacante matador.

A realidade é que muita gente aprendeu a jogar o campeonato de pontos corridos. São necessários bons elencos, no mínimo 20 jogadores para jogar  qualquer momento e uma torcida que apóia, cobrando na hora certa.

Nem Cruzeiro ou Atlético podem pensar em rebaixamento. Vira essa boca pra lá. Seus torcedores foram criados com títulos, grandes jogos com qualquer equipe jogando dentro ou fora de Belo Horizonte. Essa chama não pode se apagar, muito pelo contrário, precisamos aumentar seu clarão.

Deixei o América para finalizar, dizendo dos seus 100 anos de história, linda e apaixonante. Que os Deuses do Futebol iluminem seus caminhos para mais 100 anos de conquistas e glórias, honrando o nosso futebol. Parabéns ao América!

Mano Menezes, Copa 2014 com escala em Londres

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Tenho conversado com o técnico Mano Menezes na sede da CBF sobre o momento da Seleção Brasileira. Ele é o primeiro brasileiro insatisfeito com os resultados. Mano sabe que precisa fazer um bom trabalho em Londres para ter o pseudo direito de montar um time equilibrado e competitivo para as Copas, das Confederações, em 2013, e do Mundo, em 2014. Por isso precisa fazer uma boa escala em Londres, de preferência com o “ouro olímpico” no peito.

O novo Presidente da CBF, José Maria Marin, já conversou pessoalmente com Mano Menezes, gostou da postura e cultura do treinador, porém, avisou que os resultados positivos são vitaminas que determinam a sobrevivência de um técnico no Brasil. Seja no clube e muito mais na Seleção Brasileira, orientada por mais de 200 milhões de treinadores, onde o craque ausente é a solução.

Não sei ainda qual o santo de devoção do treinador do Brasil, mas as orações estão frutificando. Diferente de outras Olimpíadas, a FIFA, já avisou aos clubes do mundo inteiro, que eles serão obrigados a liberar seus jogadores para os jogos em Londres. São apenas dezoito atletas relacionados. A conta do chá avisa a nossa vovó Zezé aqui no Rio de Janeiro aos 92 anos.

As cobranças públicas de Marin são positivas para o treinador em relação aos jogadores, sabedores da responsabilidade de jogar bem, vencer e conquistar medalha, para salvar o próprio pescoço, além do técnico, pressionado por todos os lados. Terão que repartir o bolo da vitória ou da derrota em fatias iguais.

Um jogador importante com idade olímpica é o meia Oscar do Internacional, ou seria do São Paulo? É preciso pressa para decidir o futuro do atleta, sob pena de prejudicar a Seleção Brasileira. Mano já acenou que os três acima de 23 anos serão para o setor defensivo. Oscar tem futebol de time principal e provou no Colorado Gaúcho e no Mundial sub 20, marcando três gols na final.

Deixarei o debate com vocês torcedores sobre o futuro da Seleção. Antes que comecem a enviar mensagens indicando outros treinadores, até estrangeiros, é comum o técnico atual não agradar a imprensa e torcida, até quando é campeão.

Brinco sempre com o Mano Menezes que a frase do ônibus do Brasil e 2014 será no melhor estilo paulista: “É NÓIS MANO”. E José Maria Marin repete: “será? opiniões, por favor. Obrigado.

CBF anuncia novidades na arbitragem nacional

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O novo Presidente da CBF, José Maria Marin, anunciou através de três Resoluções da Presidência (RPD) – de números 5, 6 e 7, novidades para a arbitragem brasileira, já atendendo aos clubes do Rio e São Paulo, que estiveram com ele no último dia 26, hipotecando apoio e pedindo melhorias no apito.

Foi criada a Ouvidoria, ainda sem o nome do ouvidor, para tratar diretamente com os clubes, através das federações, das reclamações contra os árbitros, poupando o presidente da Comissão, Sérgio Corrêa, das explicações aos apaixonados presidentes de times que chegavam à CBF cuspindo fogo por erros dos apitadores.

Caberá ao ouvidor conhecer as reclamações, analisar e depois, se necessário, punir o árbitro com afastamento, escolinha de regras e outras sanções.

Criada a Corregedoria, também sem nome do corregedor. Ele terá a função de acompanhar a vida pessoal dos árbitros, ouvir e apurar denúncias de deslizes e comunicar ao STJD e, se for o caso, até a mesmo a Polícia Federal.

A CBF em contra partida dará apoio social e psicológico aos árbitros para que consigam ter uma vida saudável para apitar bem.

Foram criadas cinco categorias de árbitros: FIFA, Especial, CBF 1, CBF 2 e Especial 2, para ex-árbitros aspirantes a FIFA.

O observador, passa a ser chamado de Assessor de Arbitragem e os novos que ingressarem no quadro, necessariamente precisarão ser ex-árbitro, fazendo todas as provas teóricas dos árbitros em atividade, para aprovação.

São medidas necessárias, ampliando um olhar mais atento e cuidadoso aos indefesos apitadores, que sofrem com suas preparações solitárias, sem apoio teórico e hospitalar, sem profissão reconhecida em Brasília, e uma responsabilidade de decidir o campeonato. Certamente, as mães deles estão um pouco mais felizes com essas novidades e nós torcedores, esperançosos de ver arbitragens com menos erros.

Aliás, aproveitando para cornetar, como se joga no gramado os jogadores brasileiros. Basta assistir os jogos da Libertadores das Américas e da Europa, para ver os brazucas se esparramando pelo chão em quase todos os choques. Os árbitros daqui marcam falta, os de fora, mando seguir o lance. É irritante.

Já dizia um amigo meu lá da minha doce cidade de Formiga, “futebol é para homem, caiu levanta logo que vem mais”.

Clubes fazem trabalho de base ruim.

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Infelizmente terei que generalizar para falar do assunto trabalho de base nos clubes brasileiros. Com ajuda do meu ídolo, Emerson Romano, da redação da Rádio Itatiaia, fizemos as contas para salvar os mineiros. Vejamos: no último clássico entre Cruzeiro 2×1 América, o Coelho tinha oito jogadores da base, o Cruzeiro com cinco. No Galo o aproveitamento do técnico Cuca é de cinco jogadores atuando. Nada mal.

O que incomoda de uma maneira geral é a chamada “peneira”. Geralmente escapam bons jogadores por falta de uma observação mais criteriosa e menos burocrática. Os garotos precisariam de mais alguns treinos para perder a inibição natural e mostrar futebol. Porém, parece que no futebol de base tempo é dinheiro, e muitos jovens perdem suas chances.

A história do futebol brasileiro é repleta de exemplos. Rivelino, apaixonado pelo Palmeiras, foi reprovado no Palestra e aprovado no Corinthians. Fez fama e dinheiro no maior rival. Depois encantou o Maracanã pelo Fluminense na ‘máquina”ao lado de Gil, ex-Cruzeiro que veio para consagrar no Fluminense e Botafogo.

Mané Garrincha foi chamado de alejado pelo técnico Flávio Costa no Vasco da Gama e virou o “anjo das pernas tortas” no Botafogo. Dadá Maravilha surgiu no Campo Grande, passou rapidinho pelo Flamengo e fez vôos maravilhosos como um “beija-Flor” com a camisa do Galo.

Ronaldo Fenômeno tentou a sorte no Fluminense e Flamengo, mas não conseguiu que pudesse pagar as passagens de ônibus para que ele pudesse treinar todos os dias. Do São Cristovão para Cruzeiro levado pelo empresário Léo Rabello e da Toca da Raposa conquistou o mundo.

A falta de orientação aos atletas também é uma realidade. O atacante Mosquito do Vasco, está desaparecido do clube desde o Torneio Sul-americano sub15, quando o Brasil foi campeão e ele artilheiro com doze gols em cinco jogos. Completou 16 anos e agora quer contrato de gente grande, como se já fosse um craque pronto. Pede para voltar ao Vasco Gama R$ 550 mil de luvas. O presidente Roberto Dinamite, artilheiro dos bons, tenta fazer esse gol para o time da colina.

Obras do Mineirão que nos encantam

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A SECOPA distribuiu um video das obras do novo Mineirão para Copa do Mundo de 2014, porém, experimentando antes, o gostinho do grande evento com a Copa das Confederações 2013. Muito bem produzido, vale a pena dar uma olha. Aconselho até mais de uma vez para captar detalhes do querido Estádio Magalhaes Pinto.

O video é capaz de retratar como funciona hoje a engenharia de grandes obras, passando o carinho como 1.700 operários cuidam da casa grande do futebol mineiro. A FIFA já garantiu que esses verdadeiros artistas da arquitetura, terão ingressos especiais para ver os jogos do Mundial. Aliás, eles possuem o direito de contemplar suas obras com sorriso nos lábios e lágrimas de orgulho nos olhos. Vão contar até o fim de suas vidas que foram esses guerreiros que fizeram o novo Mineirão. Merecem nossos aplausos desde já.

Eu sei que cada torcedor pensa do seu jeito as obras da Copa do Mundo aqui no Brasil. Já ouví de tudo. Tem os ansiosos pelo evento, outros estão odiando tudo que está acontecendo, além daqueles que preferiam o velho Mineirão. Esse direito também é sagrado ao torcedor, amante do futebol.

Estamos vivendo uma transformação nas arenas esportivas do futebol brasileiro. Além dos 12 estádios da Copa do Mundo, Palmeiras, Grêmio e o Independência estarão modernizados e certamente obrigará outros clubes a reconstruir equipamentos de ponta. Todos sairão vencedores dessa disputa.

Aqui no Rio de Janeiro, por morar próximo ao Maracanã, tenho oportunidade de passar todos os dias por ele. Dá para respirar o frenesi dos 3.500 funcionários que correm para entregar o estádio em fevereiro 2013, a tempo da Copa das Confederações.

No meu direito de torcedor, confesso ser um apaixonado por Copa do Mundo, estádios novos, o cerimonial das partidas, lagrimejar com o Hino Nacional e querer ser campeão sempre. Vale a pena ver o video do novo Mineirão que nos encantam.

Copa do Brasil, uma aula de geografia e curiosidades

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No próximo dia 7 de março começa a Copa do Brasil, uma verdadeira aula de geografia e curiosidades. Ainda bem que veio o Google para facilitar as pesquisas sobre cidades e clubes que participam da competição. Tem de tudo!

O Paysandu, de Belém do Pará, vai até a cidade de Espigão D’Oste, em Rondônia, fundada em 16/6/1.981,  de quase 30 mil habitantes próxima a Vilhena.  O Ipatinga vai até Águia Branca, no Espirito Santo, enfrentar o Real Nordeste, cidade escolhida pelos poloneses em 1.929 e distante 209 quilômetros da capital Vitória. Dourados, no Mato Grosso do Sul, receberá a delegação do Atlético para a partida com o CENE. Com certeza Roberto Abras e a equipe da Itatiaia irão comer um rodízio de peixes deliciosos.

No jogo do Cruzeiro, Arthur Morais vai saborear a culinária de Rio Branco, no Acre, e acompanhar estréia Celeste no Estádio Arena da Floresta. O América vem ao Rio de Janeiro jogar a tarde em São Januário com o Boavista de Saquarema.

Alguns clubes participantes têm nomes curiosos, Real de Roraima, Aquidauanense MS, Guripi de Tocantins, próprio Espigão RO, River Plate de Sergipe, Peñarol do Amazonas, Auto Esporte da Paraíba, São Domingos de Itabaiana, Sapucaiense no Rio Grande do Sul, Santa Quitéria do Maranhão, Coruripe de Alagoas e o Quatro de Julho do Piauí.

Aliás, a federação de Roraima não tem nenhum jogador do Real inscrito no BID para enfrentar o Remo PA. Um funcionário da CBF aqui do Rio está viajando para inscrever os atletas e evitar o WO acontecido em 2011 pelo Baré contra a Ponte Preta.

As histórias são curiosas na Copa do Brasil. Uma das mais curiosas aconteceu no Maracanã, entre Flamengo e Operário de Cuiabá, quando o goleiro Leopoldo do time visitante, ao se chocar com o atacante Rubro-Negro engoliu a parte superior da dentadura e foi levado as pressas para uma clínica na Tijuca. O atendimento médico foi um sucesso e o goleiro Leopoldo recuperou o sorriso e voltou para Cuiabá. Dias depois o então secretário geral da CBF, Dr. Marco Antonio Teixeira, recebia conta da clínica. Sem dinheiro, o clube não pagou e mandou receber da entidade.

Independência, as parcerias não podem assustar

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Não tive o prazer o de trabalhar no antigo estádio Independência e não abrirei mão de conhecer o novo que antes da inauguração já causa, para alguns, um desconforto econômico. Sempre criticamos os governos e seus governantes devido as más administrações de estádios de futebol. Mineirão, Maracanã, Fonte Nova, Pacaembu, Castelão e outros. Justamente quando o governo acena com administrações profissionais e privadas, parece que estádio cai na cabeça de algumas pessoas.

O Atlético ao fechar parceria com BWA para a “exploração econômica”  do Independência é apenas mais uma oportunidade de se lucrar honestamente com o futebol. Não consigo enxergar nenhum dolo. Como pode dar lucro se bem gerido, pode dar prejuízo se vier o contrário. O América não perde seu patrimônio, o governo vai tratar do que tem que tratar que são as coisas públicas e o Atlético com a BWA sabem o que fazer.

Se ficou algum clube magoado ainda dá tempo de arrendar o Mineirão, o modelo de gestão será o mesmo. Que corra o Cruzeiro atrás de um parceiro forte venha administrar o maior estádio de Minas Gerais.

Aqui no Rio de Janeiro, o Maracanã poderá ser gerido pelo Eike Batista, um dos homens mais ricos do mundo. CBF, Flamengo e Fluminense também falam nesta gestão.

Não podemos mais ver o futebol como ação entre amigos. A brincadeira é de ganhar dinheiro. Para isso ocorrer parcerias e projetos grandes precisam ser feitos e colocados em prática. É assim que funciona no mundo inteiro e nós sempre elogiamos. Quando temos a oportunidade de fazer em Minas Gerais algumas pessoas reclamam.

As coisas novas sempre causam uma sensação de desconfiança, o novo assusta, mas vamos apostar em dias melhores para nossos clubes. Veja como é bom voltar para casa.

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