Começa o Pan
10 de Outubro de 2011 por Emanuel Carneiro | Categorias: Post | 5 Comentários »
Os jogos Pan-Americanos começaram em 1951, há 60 anos, em Buenos Aires. E pela terceira vez estão em território mexicano, a primeira em Guadalajara.
O Brasil leva 522 atletas, 220 técnicos e preparadores, 31 médicos e 40 dirigentes para disputar medalhas em 41 modalidades.
O Pan tem ausências importantes , entre elas Michael Phelps, o peixe norte-americano, o corredor Jamaicano Usain Bolt e o basquete dos Estados Unidos.
O evento dá passaporte para Londres em várias modalidades, entre elas a natação e o atletismo.
De 14 a 30 deste mês de outubro, os países americanos lutam pela superação de índices e o Brasil procura comprovar o seu crescimento em competições olímpicas com o objetivo de se colocar entre os primeiros do mundo.
Deste lado do planeta, nos jogos Pan-Americamos, ainda estamos atrás dos EUA, Canadá e Cuba, dividindo o quarto lugar com a Argentina.
Tivemos o Pan em 2007 no Rio, vamos a Londres no ano que vem e em 2016 os Jogos Olímpicos serão no Rio, o que aumenta o nosso compromisso de não fazer feio.
Pelo nosso tamanho como nação, em população e extensão territorial, o Brasil ainda tem um longo caminho pela frente para se juntar aos líderes do esporte mundial. Mas já não somos mais membros coadjuvantes.
O Pan-Americano de Guadalajara vai mostrar isso.


Esta foi a semana da humilhação do futebol mineiro,primeiro com muitos comemorando o empate do cruzeiro com o são paulo,sendo que, para este empate houve, gol irregular do cruzeiro e gol regular, anulado do são paulo.No sábado,o galo e o américa fizeram um jogo melancólico,tão péssimo,que não consegui ouví-lo pela Itatiaia e muito menos assistí-lo.O público,não chegou a 800 pessoas.Enquanto,os dirigentes mineiros brigam entre si,o futebol mineiro,afunda.E,para piorar tudo,no domingo,tivemos que ver ou ouvir jogos do eixo rio-são paulo.Mais uma vez,a má vontade dos juízes com o galo,se fez presente e para compensar,contra o américa também.
A alma do futebol é a rivalidade entre as torcidas. O dia que isso acabar, adeus Futebol! Sem violencia, sem apelações e pautadas pela ironia e gozações inteligentes, essa rivalidade é que transforma o futebol no esporte mais apaixonante do Planeta.
Está no DNA do torcedor. Para um cruzeirense nato, o fracasso do Atlético é tao importante e prazeroso, quanto o sucesso do Cruzeiro. A reciproca, tambem, é verdadeira.
A última possibilidade que resta ao time do Cruzeiro de proporcionar uma grande alegria à China Azul, em 2011, é, alem de fugir do rebaixamento (obrigaçao e que nao merece comemoração), ser decisivo no clássico final para que o Atletico retorne à segunda divisão.
Ola Emanuel,
Da mesma forma
Emanuel, você não acha que já é hora de começar uma mudança no Futebol, voltarmos a ter futebol “ESPORTE” e não “empresa”? Somente a torcida (mesmo assim em parte) faz “ESPORTE”. E se os clubes começassem a cobrar as derrotas dos jogadores, afinal de contas se eu não trabalho bem sou repreendido, já que o clube é uma empresa, tem todo o direito de descontar na remuneração do seu funcionário se ele não produz o suficiente para, pelo menos, a empresa não dar prejuízo. Essa história de “trabalhando ou não eu ganho” tem que acabar.
Outra coisa que já está passando da hora de entrar em campo é a tecnologia, não dá mais para ficarmos à merce de “erros” de arbitragem.
Um grande abraço e parabéns por essa maravilhosa rádio.
Concordo com o comentário do Antonio, acima dito. Se o jogador não se cuida, sai para as baladas, prejudicando seu rendimento em campo, deveria ser descontado em seus vencimentos um percentual, sei lá quanto, pois o jogador depende de seu condicionamento físico para um bom rendimento. Nesse caso o cruzeiro faria uma boa economia. Há muito que venho acompanhando o condicionamento físicos dos jogadores do cruzeiro, uma lástima, raríssimas exceções… É só analisar e você, Emanuel Carneiro, o que acha?