Que lições teria tirado o técnico Mano Menezes do fiasco da Seleção Brasileira na Copa América da Argentina?

Onde estão mais visíveis os nossos defeitos?

A nova convocação da Seleção Brasileira para o amistoso contra a Alemanha no dia 1º de agosto sinaliza que a eliminação precoce não abalou os conceitos da nossa comissão técnica. A começar pela manutenção de alguns jogadores e a aposta em novatos.

Na coluna anterior destaquei que não temos mais – em abundância e talento -  os craques de outros tempos.

A entressafra vai durar algum tempo até que algumas promessas se firmem e ganhem maturidade.

Será que o Neymar vai construir a sua brilhante perspectiva com simulação de faltas e firulas desnecessárias?

Até que ponto o futebol brasileiro vai continuar trilhando o seu caminho de tentar jogar como os europeus de 20 anos passados?

A Seleção Brasileira não e mais um prêmio como gostava de dizer, com toda razão, o Dunga ( o jogador e não o técnico).

A Copa América mostrou a determinação dos uruguaios e algumas seleções de bom nível, todas elas em condições de enfrentar o Brasil, inclusive a Venezuela.

O recomeço de Mano Menezes com a nova convocação deixa dúvidas se estamos no caminho certo.  Será que não temos no Brasil um atacante melhor do que o Jonas?