A decisão justa

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O Atlético ganhou o título mineiro, com uma campanha regular e até com certa facilidade. O grande rival, o Cruzeiro, vive período de turbulência, não conseguiu acertar o time, e jogou a toalha para Vágner Mancini.

Nas finais com o América havia uma diferença técnica a favor do Galo e no jogo decisivo a determinação e a aplicação tática definiram o jogo. O América sentiu o peso da responsabilidade e não se encontrou. Alguns nomes importantes do time de Cuca que estavam devendo se superaram, como nos casos de Guilherne (enquanto esteve em campo), Serginho, Richarlyson e Bernard.

O Independência custou, mas chegou. A nova casa do futebol mineiro trás de volta o torcedor ausente que não se arriscou nas viagens a Sete Lagoas. O estádio é moderno, com elevadores, banheiros limpos, conforto para a torcida e tudo com padrões europeus. Faltam acertos, alguns pequenos e mais fáceis e outros maiores e mais difíceis como no caso das grades e pontos cegos. Nada que não possa ser solucionado.

É lá que vamos ter os jogos do Atlético e Cruzeiro na série A e o América na série B. Pode fazer uma grande diferença até a volta do Mineirão para 2013. Que venha o Brasileirão com os seus grandes times, grandes clássicos e a emoção dos pontos corridos. Será que vamos ser candidatos ou coadjuvantes?

Os campeonatos regionais

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O domingo, dia 13, aponta os campeões estaduais pelo Brasil afora. Alguns títulos estão virtualmente decididos, como no Rio e São Paulo.

A velha pergunta está de volta. Vale a pena insistir nesta competição? Eu diria que sim, já que não se pode fazer um Campeonato Brasileiro de fevereiro a dezembro. Ninguém aguentaria.

A constatação inevitável é o mau aproveitamento destes 3 meses com fórmulas complicadas e regulamentos misturando esporte e política.

Não há argumento que explique o Campeonato Regional de São Paulo, a maior praça do país. 20 times disputam 19 partidas em turno único, 8 se classificam e depois numa partida única começa o sistema de eliminação. A derrota do Corinthians para a Ponte Preta depõe contra a lisura do futebol.

A fórmula mineira chega quase ser uma exceção. Tiro certo, 12 equipes e depois as semi-finais em 2 partidas.

O que prejudica o nosso regional é a falta de preparação dos clubes do interior, formando times na última hora e se desfazendo logo depois dos elencos. A cada ano a história se repete e perto da competição é um corre-corre para aprovar estádios, numa briga eterna com a polícia, Corpo de Bombeiros e Ministério Público.

Logo que terminar o Módulo 2 e ficarem conhecidos os 2 novos integrantes da série A, a FMF deveria convocar um pré-arbitral e exigir providências nos estádios e dar tempo suficiente para que os clubes e as cidades se entendam. A péssima condição dos gramados no interior tem comprometido a parte técnica.

O futebol mineiro precisa recuperar a força que vinha do interior. Em BH agora já temos o Independência e o Estadual de 2013, se tudo der certo, contará com o Mineirão. O espetáculo não pode parar.

O América Centenário

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Chega finalmente o momento da data mais esperada: 30 de abril.

O América está completando os seus 100 anos bem vividos com uma história que é feita de lutas, glórias, decepções, alegrias, tristezas, como aliás é comum nas entidades centenárias.

O América é representado junto ao grande público pelo seu time de futebol profissional, cuja performance nos anos recentes todos conhecem.

Importante neste momento é apresentar um retrato de um lado que muitas vezes escapa à opinião pública e, principalmente, ao americano.

Então vamos lá: o América tem hoje um passivo aproximado de 22 milhões, nada assustador.

Suas condições de receita para o futuro são invejáveis, sem contar a volta do Independência que acrescenta ao clube um patrimônio de no mínimo 150 milhões de reais ( o custo da obra ). O América está viabilizando um grande negócio imobiliário no terreno das 3 Barras com a MRV. Em Santa Luzia, quando sair o sonhado Rodoanel, são 350 mil metros quadrados supervalorizados.

Recentemente foram adquiridos mais 90 mil metros colados no CT Lanna Drumond para aumentar o espaço do futebol profissional e divisões de base.

Há uma ótima proposta para o antigo Samarkan, na Pampulha. E o melhor de tudo: o Boulevard Shopping trará uma receita perene com alugueis e participações sobre vendas. E ainda, o América receberá aproximadamente 1.000 metros quadrados na torre do shopping para colocar a sua sede social.


Fica faltando a razão principal de ser, um grande time de futebol. Há um trabalho a caminho. As divisões de base estão gerando esta expectativa. Isto não acontece da noite para o dia. Nenhum clube consegue ter 9 “presidentes” trabalhando e sem brigas. Isto é quase um milagre.

De qualquer maneira há 100 motivos para comemorar a data redonda. O América está vivo e grande, como sempre foi. Parabéns!

O futebol gessado

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Não há qualquer outro esporte que tenha a mágica do futebol. Com pequenas correções que não alteraram a sua magia, as regras permanecem intactas. Sua carga de paixão é intensa e o futebol não aceita previsões com vitórias ou derrotas de véspera. O pequeno pode superar o grande. O favorito absoluto pode cair num dia de azar.

Dito isto, vamos ao principal: acima de tudo futebol é confronto, é pegada.

Com a overdose de câmeras nos estádios passou-se a questionar qualquer arbitragem e um pequeno esbarrão ou trombada vira “agressão” ou “tentativa de assassinato”.

O último jogo Atlético 2 X 2 Cruzeiro mostrou isso. Lances precisam passar pela avaliação do juiz. Se houve algum fato grave que ele não viu cabe um julgamento posterior. O que não pode é, por exemplo, indiciar o Pierre, que levou dois cartões e com justiça foi expulso. Faz parte do jogo.

Condenar o árbitro passa a ser um patrulhamento inútil, não vai melhorar nada.

Danilinho e Roger viraram marginais. Exageram? Sim, mas não ao ponto de toda essa grita.

Daqui a pouco irão para o TJD o goleiro que levou um frango ou atacante que perdeu um gol feito.

Um copo de plástico que não atingiu ninguém se transforma em tentativa de homicídio.

Nas costas dos clubes mandantes foi colocada uma responsabilidade fora de propósito. Clube não é polícia. Esta sim, é que deve dar explicações.

Há muita gente pegando carona na grande mídia que é o futebol. Jogo de torcida única atualmente só existe em Minas.

Socorro, o futebol está clamando.

Um tempo prá cada um

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O empate de 2 a 2 no clássico Atlético e Cruzeiro deixa alguns pontos negativos e muitos positivos. A maneira como o Galo começou o jogo e que durou todo o primeiro tempo foi avassaladora. O time de Vágner Mancini foi acuado, não conseguia acertar passes e estava totalmente vulnerável no meio- campo. As laterais não funcionavam e os 2 a 0 foram até pouco pelo que o Galo produziu.

Nas entrevistas do final do jogo, Cuca lamentava as chances que apareceram para um placar maior e que foram perdidas. Era difícil o Atlético manter o ritmo e a aplicação do primeiro tempo. O preparo físico apresentou sua conta e o Cruzeiro começou a ganhar espaços e confiança.

Pouco antes do primeiro gol, quando o Galo ainda estava tranquilo, Anselmo Ramon perdeu um gol incrível.

As alterações do Vágner Mancini deram resultado provando que o elenco do Cruzeiro permite mudanças mais radicais e entre elas é o caso do Roger.

Continua faltando ao Galo o arquiteto do meio campo, o que sobra em Montillo, bem marcado, mas influente no rendimento da equipe.

Foi um bom momento para avaliar como andam as duas equipes para o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil. Eu diria que evoluíram se a comparação for com o ano passado.

Vendo jogos de outros estados, como o Santos x Inter, pela Libertadores, da semana passada, há motivos para um alerta: o Galo que procure o seu camisa 10 e mais um atacante. O Cruzeiro tem agora o Alex Silva para a zaga, mas a lateral direita está pedindo uma solução depois das experiências com Marcos.

Mancini e Cuca devem estar ainda avaliando o que viram. E pelas entrevistas de vestiários viram o que nós todos vimos também. Foram sinceros. Não enrolaram.

O Primeiro Trimestre

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Na coluna passada comentei os primeiros três meses de 2012 projetando a temporada. Agora entramos no 2º trimestre e o cenário é bem diferente.

As competições começam a ganhar a fase decisiva, como a Copa do Brasil e o Campeonato Mineiro.

Se tudo der certo o fato a comemorar é a volta do Estádio Independência, abrigando de novo a torcida e recuperando o hábito e a paixão do torcedor de comparecer aos estádios. Nada substitue ver um jogo ao vivo e ter um controle sobre o olhar, o que a transmissão da TV não permite.

Até aqui houve a chance dos técnicos e dirigentes avaliarem suas equipes e tirarem uma radiografia das virtudes e carências. O que dissemos na última coluna é que os jogos disputados não podem ser parâmetro. Faltou o adversário mais forte, pressão da torcida , jogo duro fora de casa.


Tudo isso são ingredientes para formar uma opinião mais definitiva. Infelizmente o Campeonato Mineiro está devendo na parte técnica. Os pequenos se recusam a crescer. Os favoritos de sempre estão sendo cobrados pela torcida , o Cruzeiro segurou o Montillo e  fez bem. Agora está chegando o Alex Silva, um jogador maduro, pronto para entrar no time. Há sinais claros de evolução celeste e Wagner Mancini quebrou a rejeição com a seqüência de vitórias.

No Atlético, enquanto os grandes times brasileiros se reforçam, ouvimos sempre a mesma história: “temos dinheiro, temos investidores, mas faltam nomes para contratações”. A contratar qualquer um, é melhor esperar uma chance pois o Galo errou demais na montagem dos vários times que tentou nos últimos anos e que não saíram do papel. Cuca sabe o que quer, onde estão os pontos fracos e leva crédito.


O trimestre vai trazer de volta o Campeonato Brasileiro e será ele o grande foco até a primeira semana de dezembro. Os 4 grandes times do Rio e os 4 de São Paulo, mostram ascensão. Grêmio e Inter investiram muito. Os demais vão dar trabalho.

E onde entram Cruzeiro e Atlético? Com sinceridade o torcedor mineiro anda desconfiado. Algumas feridas de 2011 ainda não cicatrizaram. Comemorar a  invencibilidade no Campeonato Regional pode ser precipitação.

O conselho: menos empolgação, mais prudência.

Os 3 primeiros meses

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O tempo passa rápido. A volta dos jogadores após as férias, os exames médicos, a pré-temporada , os primeiros jogos e a avaliação dos novos contratados. Time – já disse um dos teóricos do futebol- não é receita de bolo. É obrigatório o olho clínico. É preciso paciência até que as peças se encaixem.

Para isso serve o Campeonato Regional e depois de 8 rodadas é hora de pensar o que de bom e ruim aconteceu nos primeiros 3 meses. Agora os jogos passam a ter caráter mais decisivo, exigindo mais empenho dos jogadores, preparo físico e talento. E são inevitáveis as perguntas sobre os times.


O que ainda não dá para concluir é se temos elencos para o Campeonato Brasileiro, que começa no dia 20 de maio. Antes entra o mata-mata da Copa do Brasil, quando os adversários se tornam mais fortes.

Com sinceridade, é preciso esperar um pouco mais. Os 100% de aproveitamento do Atlético podem estar escondendo dificuldades.

Cuca tem feito o possível para dar qualidade ao meio-campo que mostrou progressos na marcação mais fica devendo um talento na armação de jogadas. O Galo precisa de reforços, prá ontem.

O Cruzeiro sobe de produção na hora certa e a briga por posições no ataque ainda vai durar um pouco até que os titulares se definam e os laterais ganhem confiança. Mancini considera o time de 2012 melhor do que o do ano passado. Concordo com ele.

O América se prepara para a 2ª Divisão e sonha com o título mineiro. Na série B há adversários fortes como Vitória, Atlético Paranaense, Ceará, Goiás, além dos paulistas. A volta do Independência ajuda muito. Vem muita emoção por aí.

Villa Nova, vida nova…

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Fui a Nova Lima ver o jogo do centenário Atlético e Villa Nova , no último domingo. Cheguei cedo, dei uma volta geral e parei na sala de troféus do clube, onde estava o Arizona, de 82 anos, um dos 3 campeões de 51 vivos (os outros são Escurinho e Vaduca).

A sala modesta, com umidade, relíquias do Leão do Bonfim espalhadas pelo chão, quebradas, cheias de poeira. Fotos antigas sem tratamento, entulhadas num desmazelo total.

Andei mais um pouco. Vestiários inadequados, goteiras (havia chovido antes) tudo dando a impressão de abandono e maus tratos. A cada momento encontrava um vilanovense antigo, pessoas amigas, renovando o carinho que a população tem para com a Itatiaia.

Daí a pouco fui para as cabines, aonde para se chegar há uma dificuldade incrível. A mídia esportiva mineira estava toda lá representada pelos seus veículos mais importantes. Do lado de fora os inúmeros caminhões de externa. Durante toda a semana o clássico foi assunto, provocando lembranças antigas.

Estou fazendo este relato como vice-presidente do Conselho Deliberativo do Villa e por tantos anos de convívio sinto que chegou a hora do Leão pensar em vida nova.

O estádio não lhe pertence, é da prefeitura e a ela cabe cuidar do seu funcionamento em condições mínimas. Há muito se fala em desapropriação de casas numa rua lateral e conseguir up-grade do estádio. O Villa já não faz resultados no seu campo, o que era a única justificativa para mandar seus jogos pra lá. O time joga melhor fora de casa.

Com todo carinho e com muita sinceridade estou deixando meu desabafo na certeza de que o Castor Cifuentes ficou pequeno para o Villa e para a cidade.

Alguma coisa precisa ser feita. O Pedrinho Lourenço, o Jairo Gomes e o prefeito Carlinhos Rodrigues não vão salvar o clube sozinhos. Em nome de uma história gloriosa de 104 anos estou  sugerindo o S.O.S Villa. A cidade precisa abraçar esta idéia.

Ricardo, ascensão e queda

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O capítulo CBF teve mais um desdobramento com a renúncia de Ricardo Teixeira.

Nos seus 23 anos de mandato houve fatos muito positivos com conquistas importantes do futebol e a chegada do sonhado Campeonato Brasileiro por pontos corridos em 2003, além da valorização da Copa do Brasil e dos Campeonatos das séries B, C e D. A Globo ajudou a botar ordem no calendário e a CBF multiplicou os seus recursos. Tudo isso Ricardo Teixeira, cobra, e com razão, na sua carta-renúncia.

A Copa 2014 no Brasil, justiça seja feita, deve muito a ele.

Ricardo se perdeu no relacionamento com várias áreas, entre elas com a presidente Dilma e se envolveu em empreitadas mal esclarecidas e caiu em desgraça com Joseph Blatter.

Nada nos garante que vamos melhorar sem Ricardo Teixeira.

Antes de mais nada a posse de Marin é legítima até que haja uma Assembléia Geral e modifique tudo. As federações votaram sem pensar no que poderia vir pela frente. Há uma luta aberta em São Paulo entre o Andrés Sanches e outros dirigentes e isto pode respingar na vida da CBF.

Ricardo Teixeira não colocou na carta-renúncia nenhuma crítica ao andamento das obras da Copa. Mas, esperto como é, deve ter ficado assustado com a cobrança que viria se o Brasil não conseguisse o milagre de fazer uma Copa digna cumprindo o prometido.

Agora sem Ricardo que era a pedra no caminho, o governo precisa entrar de sola junto a governadores, prefeitos e ministros para acelerar estádios, aeroportos, transporte urbano e infraestrutura.


Estamos perdendo um tempo enorme desviando o assunto para bebida nos estádios, ingresso para índios , preços diferenciados para o bolsa-familia, etc.. Tudo é importante e há tempo para as discussões. O que não dá pra adiar é o mundo de ações voltadas diretamente para o evento. Já falamos e vale repetir: Copa do Mundo não tem adiamento e nem aceita jeitinho brasileiro.

O planeta vai nos julgar como povo. Se acontecer o pior, ninguém vai dizer pelo mundo afora que o Brasil não conseguiu fazer a Copa, mas continua sendo um país maravilhoso com praia, samba , mulata e Carnaval.

Fifa X Brasil

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O bate-boca entre a Fifa (Jérôme Valcke) e o governo brasileiro (Aldo Rebelo) está tomando proporções ridículas. O dirigente da Fifa foi inábil ao dizer que “só chute no traseiro” faria o Brasil acordar e recuperar os atrasos. O Ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, respondeu atirando e imediatamente o assessor de presidência Marco Aurélio Garcia chamou Valcke de vagabundo.

Valcke tem visita agendada para o Brasil nos próximos dias, visitando as arenas do Recife, Brasília e de Cuiabá. Segundo Marco Aurélio Garcia, o homem da Fifa e seus assessores não serão recebidos pelo governo.

Tudo profundamente lamentável e que nada acrescenta ao projeto maravilhoso da Copa/14.

Ricardo Teixeira saiu do seu isolamento para engrossar o time das cobranças.

A presidente Dilma Rousseff precisa entrar em campo. Chamar os responsáveis pelos estádios, conversar com governadores e prefeitos e também dirigentes, despolitizando o assunto Copa e o devolvendo para a esfera esportiva, de onde não deveria ter saído.

O ingresso para os índios se transformou em assunto prioritário. A bebida nos estádios ficou mais importante que a Seleção Brasileira e por aí afora.

Uma verdade temos que aceitar, mesmo discordando dos termos usados pelo Jérôme Valcke. O tempo está passando diferente. Para a Fifa é tempo real. Para nós é o tempo do jeitinho brasileiro onde tudo fica para a última hora.

Ao ganhar o patrocínio da Copa o nosso país (Lula à frente) aceitou os encargos e as exigências. A Fifa não dá uma Copa sem que o pais promotor se comprometa.

Vamos reconhecer, o atraso é geral.

E é sempre bom lembrar que daqui a um ano e três meses vamos ser avaliados na Copa das Confederações.

Somos primeiro mundo no futebol dentro de campo. Fora dele, infelizmente, não evoluímos.

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