Vamos ajudar o governador?
28 de Agosto de 2012 por Eduardo Costa | Categorias: Post | 21 Comentários »
Precisamos avisar ao governador do Estado que algo precisa ser feito. Algumas centenas de marginais estão colocando em pânico 20 milhões de mineiros. No campo e nas cidades. Anastasia parece só.
Antes, Aécio era o chefe, cumpria agenda de festas, jantares, congressos, tolerava os políticos, enfim, enquanto ele estava nos eventos que a liturgia do cargo exige, Anastasia cuidava da máquina. Falta, agora, um Anastasia no Governo Anastasia. Alguém para sentar na cadeira de secretário de Defesa Social e por a casa em ordem. O que está lá parece que não assumiu… Ou há outra explicação para seu silêncio depois de tanto horror no Belvedere, tiros na noite da Savassi e chacina no São Geraldo, sem falar nas intermináveis novidades do caso Bruno?
Vejamos a área do Esporte. Um secretário assumiu a Copa, gastou uma fortuna, fez um estádio onde torcedor não consegue ver o jogo, sem harmonia com a vizinhança e foi embora. Agora, na pasta de Esportes, há outro que sequer aparece; na verdade, está lá apenas para abrir vaga na Assembleia.
Abro parênteses para dizer que o titular da pasta de Esportes da Prefeitura da capital saiu por causa da eleição e a gente não sabe quem é o ilustre substituto… Enquanto a torcida explode em violência e ninguém faz nada. Impressionante. Considerando que os 853 prefeitos estão cuidando da própria reeleição, alguns usando a máquina e até a música; os milhares de vereadores se empenham em manter a boquinha, com gabinete, carro, telefone, assessores, tudo pago por nós; os 77 deputados estaduais elegem os amigos agora prá cobrar depois e nossa bancada federal é omissa por excelência, vamos nós, cidadãos, ajudar o governador, avisando a ele que os vagabundos estão vencendo a guerra.
Vamos reagir, gente, decretando tolerância zero a toda forma de crime ou contravenção. Estamos todos com medo, transferindo responsabilidades e fingindo que não é conosco. Vamos falar a verdade com o governador, ajudá-lo a enfrentar os outros poderes, cortar privilégios, exigir empenho, criar penas alternativas, botar os safados no xadrez, nem que tenhamos de parar as obras do Mineirão e encher lá de assaltantes, mensaleiros e marginais travestidos de torcedores.
Não é resquício da ditadura. É autoridade democrática, ou melhor, governo relacional, jeito moderno de fazer.
Quem não estiver de acordo que pergunte ao vizinho se ele se sente seguro para ir ao banco, comprar pão, fazer uma fezinha na loteria ou levar a namorada até a porta da casa dela.

É isto ai Eduardo Costa.
Você disse o que significa o clamor da sociedade, neste momento.
PARABÉNS EDUARDO POR ESSA MATÉRIA, FALOU O QUE NOS MINEIROS QUERIAM FALAR, FALOU TUDO, ISSO QUE ESTÁ ACONTECENDO EM BH, É LAMENTAVÉL.
Parabéns, Eduardo, é isto mesmo. Cade o governador, cade a primeira dama do estado! Aecio? Quem é este moço o que ele fez por nós? Linha verde/Centro administrativo que hoje gasta duas vezes e meio o que gastava antes.
Chefe Eduardo,
cansei de ficar indignado pois acho que as coisas não irão mudar tão cedo. Porém, graças a você a gente volta a pensar.
Quanto ao estádio Independência, os construtores deveriam estar presos. Quem já assistiu um jogo no andar superior, vendo metade do campo em pé sabe disto. Porém, quem autorizou a obra mesmo depois do Tribunal de Contas mandar parar deveria ter prisão perpétua. UMA PERGUNTA: NÃO FOI NOSSO GOVERNO?
Quanto a violência não haverá mudança pois os advogados, os “defensores” dos direitos humanos e até mesmo os promotores não querem ver ninguém preso. A lei funciona apenas para o cidadão honesto. Um menor assassino tem os beneficios da lei. Vai falar em reduzir a idade penal.
UMA PERGUNTA: COMO VAMOS COMBATER A NOSSA PRÓPRIA JUSTIÇA.
É PARA DESANIMAR…
AS VEZES ME CULPO POR TER COLOCADO FILHOS NESTE MUNDO…
Eduardo bom dia!
Tenho saudade do tempo do militarismo, não pelo regime em se, mas pelo romantismo da época e lógico também pela pouca idade, porém eu tenho uma tese com relação as vítimas e ou reféns dos dois modelos, ditadura/democracia, que o sistema atual toma de balaiada, pois vejamos:
Os fatos comprovados ou não, indicam que naquela época aconteciam torturas, assassinatos e vários outros tipos de crimes sem que a sociedade nada pudesse fazer.
Hoje quase tudo é mais transparente e que dificulta essa ação oficial porém e o crime privado? Quantas pessoas são mortas por um mesmo marginal no atual regime?
Quantas pessoas morrem direta ou indiretamente por causa de um simples traficante?
Quantas pessoas morrem indiretamente por causa dos desvios escandalosos do dinheiro público?
Os meus respeitos aos que foram vítimas do antígo sistema,
não sou militar,não sou parente de nenhum e só fiz um paralelo para externar minha indignação com essa “evolução” que tivemos.Abraços.
O JEITO E PASSAR O CONTATO DO GOVERNADORA PRA GENTE COBRAR E DAR SUGESTÕES.
Eduardo Costa, bom dia enquanto ainda podemos dizer estas duas palavras!
Como sempre o Senhor Se mostra um jornalista sério como todos deveriam ser apresentando a verdade por trás dos fatos e pontuando diretamente na feriada da sociedade, mas a grande pena em tudo isso acaba por se perder em uma sociedade que lutou para ter o direito de escolher seus governantes e hoje venha a fazer tão pouco caso do seu voto.
Elegemos palhaços, jogadores de futebol, picaretas e outras criaturas que depois de eleitos só estão preocupados com os ganhos próprios.
E para fechar esta triste historia ainda temos um bando de safados/ bandidos de terno que querem descriminalizar a maconha alegando que isso reduziria a criminalidade e por milagre o individuo que hoje em dia rouba para se drogar venha da noite para o dia largar a vida de crime e começar a trabalhar.
Eduardo tem umas coisas que nõa consigo compreender, uma delas é porque toda época de eleição os prefeitos começao a pintar os meio fio, ou sejá, pintar de cau,ajá cau e dinheiro, mas o fato é qual o beneficio que isto traz para os cidadões,uma semana depois estão todos sujos de novo, nu sei não mas acho que isso é coisa de gaturnio como diria meu avo,
Caro Jornalista Eduardo Costa, parabéns pela brilhante matéria VAMOS AJUDAR O GOVERNADOR? O governador, assim como algumas instituições de seguraça pública, estão acuados pela bandidagem. Chega de dados e estatísticas dos burocratas de plantão, precisamos de uma segurança atuante, firme e que sobreponha sempre as estratégias criminosas.
o geito e irmos pra ruas e praças e quebrar o pau .. só assim eles vão nos ouvir ,vamos fazer como nossos vizinhos chilenos vamos pra cima se nao deu na conversa e no voto vamos na marra ,,,,,,,,,,,,,,,,
Eduardo parabems pela critica que você fez aos defensores do clássico com duas torcidas ,,, não ia sobrar nada do horto e dos torcedores de verdade ,,,,,,,,,,,,,,,,, viu joão vítor..
Caro Eduardo! Concordo em númeto, gênero e grau. Os políticos brasileiros usam a máquina estatal em benefício próprio e de seus familiares. No atual pleito, verificamos nas falas dos pseudos gestores públicos que o intuito e conseguir uma boquinha. Quando vejo o ex-prefeito de BH (Maurício Campos) voltar ao cenário político pleiteando uma vaga no legislativo, aí sim que perco todas esperanças em uma mudança; mudança estrutural na política brasileira. Temos que mobilizar a sociedade civil e voltar a ecoar os gritos de indignidades com toda sujeira e safadeza que está diante dos nosso olhos.
Eduardo,acho muito interessante suas abordagens sobre temas que ficam quase sempre engasgados em nossa garganta por sermos impossibilitados de externa-los na grande mídia. Você de forma muito simples e eficiciente consegue falar sobre o estado de inércia do nosso governo estadual, sobre os erros de projetos do Independência que foram alardeados na imprensa à epoca de seu projeto e posterior construção e que agora tornou-se mais um exemplo de recurso mal aplicado. Sou taxista em Belo Horizonte e apesar de você não ser exatamente um portador diário de boas novas, sou seu ouvinte e fã de carterinha por sua postura, coerência e ética, forte abraço e muita sáude para podermos continuar à ouvi-lo e ve-lo por muitos anos.
Eduardo, boa noite,
Sobre a violência no futebol em dias de jogos, acredito que a PM tem uma postura errada de “dispersar” os baderneiros com bombas de gaz lacrimogênio na hora da bagunça.
Tem um delegado ai que falou que “estão filmando” pra identificar os arruaceiros…kkk vai fazer um longa-metragem…kkk tah de brincadeira….
Oras, cara-palida, a PM tem que CERCAR E PRENDER os meliantes travestidos de torcedores em torcidas DESorganizadas, leva uns ônibus lah pro estadio e prende todo mundo!!
Se não prende, no outro fim de semana eles estão lah alegres, felizes e sorridentes quebrando o pau novamente…
Tem que CERCAR E PRENDER…leva pra delegacia e autua por:
1)Formação de Quadrilha;
2)Incitação a Violência;
3)Dano ao Patrimônio Publico;
4)Promover Tumultos em Via Publica.
Ai eles tem que ser condenados e apenados, sendo proibido o direito deles comparecem a estadios durante anos e serviços a comunidade, pra aprenderem a viver socialmente.
Depois, quero ver se esses marginais, vão ser reincidentes, ai a coisa soh vai piorando pro lado deles, pois vão ter que pegar uma cana no lombo…
O resto eh conversa fiada.
Lamentável toda essa violência que estamos vivendo e ao mesmo tempo vergonhoso! Se o nosso digníssimo Governador assistir nossos tele jornais, ele sentira como estamos recuados, amedrontados com tanta violência. Só tendo muita fé em Deus! Vamo a vamo…
Pois é Eduardo. Vc poderia dizer, ou avisar o mesmo p/ seus colega que faz um programa em sua radio que se inicia à meia noite. Recentemente um taxista entrou no ar relatando que transportou um passageiro, à noite, de Nova Lima p/BH e depois fez uma corrida até o bairro Capitão Eduardo e não viu UMA VIATURA ou mesmo algum componente da “gloriosa” PM mineira. Qdo o taxista iniciou um apelo p/ a sua santidade, o governador, p/ que fosse feito a sua obrigação, ou seja, que colocasse a corporação em defesa da população, foi abruptamente interrompido e teve sua fala encerrada pelo citado “radialista”, parecendo que tinha um receio de se comprometer sabe-se lá com o quê. Certamente ele acredita que a participação do povo na radio deva se limitar apenas a,p.ex., comunicar onde existe engarrafamentos ou buracos nas ruas/avenidas da cidade. Se esquece da “base desprotegida” da piramide.Nao reconhece que tal pedido de um cidadão em uma poderosa radio como a Itatiaia é uma forma de alcançar as omissas “autoridades”, que não deixa de ser uma forma de buscar uma ajuda das mesmas e uma forma de prestação de relevante serviço que a radio poderia fornecer…
Bom dia, Eduardo!
Saber, penso eu, o Governador sabe. O problema é a falta de ação!
Um abraço forte!
Caro Eduardo,
às vezes me pergunto para que serve o voto do cidadão? sabemos que através dele exercemos a democracia euma série de outras fantasias. Digo fantasias porque afinal de contas o clamor do povo é que faz vir as leis, certo? então porque nenhum deputado federal, pois são eles é que tem que falar em matéria penal no âmbito nacional, faz uma mudança rápida no nosso sistema penal? o clamor no Brasil hoje é por segurança. Temos que agir de forma drástica nessa área. Claro que temos que ser rigorosos também na educação e saúde. Mas o medo ta tomando conta das pessoas de bem. É nítido que o problema é bem maior e que as policiais em todo o Brasil são as maiores ENXUGADORAS DE GELO DO MUNDO E ESTÃO PRESTES A SEREM OS MAIORES PACIENTES COM LER. Digo LER porque não adianta prender e depois soltar nas ruas. Temos que refazer nossa idéia de sistema penitenciário. O que impera hoje é a SENSAÇÃO DE IMPUNIDADE, gente que sabe que não vai acontecer nada e se acontecer vai ser mínimo. As pessoas estão se matando de todas as formas. Uma pessoa tira a vida de outra por nada, e quem sofre é a família, é a população. Queremos ajudar, mas qual o caminho para acessar um Governador, deputados, etc. O caminho é um jornalismo que denuncie que cobre a todo momento. Que convoque a população para ir para as ruas e exigir melhorias, é escutar o que o povo quer(voto), é manifestação diárias, temos que parar esse pais.
Um grande abraço e se precisar to pronto para ajudar.
Ronilson Lira
EDUARDO COSTA PARA MIM ELE E BEZERRA DA SILVA
EXISTE UM GRANDE CLAMOR POR MAIS SEGURANÇA NO ESTADO E A POLÍCIA CIVIL NECESSITA DE MAIS EFETIVO, PORÉM, MESMO ESTANDO COM UM CONCURSO VÁLIDO NÃO CONVOCA OS CANDIDATOS EXCEDENTES.
A POPULAÇÃO MINEIRA requerer informações/esclarecimentos sobre o referido concurso.
É notório e também do conhecimento de todos que as Cidades mineiras apresentam escassez dos mencionados servidores, sendo que o efetivo de policiais civis do Estado está em desacordo com o crescimento da população mineira, e a convocação dos excedentes faz-se imprescindível para reverter um quadro de caos e transtornos que vem sendo com frequência noticiado nas mídias.
Sabe-se que O cargo de Escrivão de Polícia é de natureza estritamente policial, tendo como regime de trabalho o estabelecido nos artigos 41 e 124 da Lei nº 5.406/69, que se caracteriza:
a) prestação de serviço em condições adversas de segurança, com risco de vida, cumprimento de horários normais e irregulares, sujeito a plantões noturnos e a chamados a qualquer hora e dia, inclusive nos dias de dispensa do trabalho.
b) realização de diligências policiais em qualquer região do Estado ou fora dele.
c) disponibilidade para exercício da “função em qualquer Unidade Policial sediada no Estado de Minas Gerais”.
Os Delegados estando submetidos a situações críticas, nas quais, comprometem fatalmente o exercício de suas funções, acabam vendo-se a trabalhar em condições abaixo das mínimas necessárias ditada pela carência de Escrivães nas delegacias, o que compromete seriamente a elaboração adequada dos inquéritos.
Assim, tem-se notícias de que em diversas Delegacias por todo o Estado as atividades inerentes ao cargo de Escrivão de Polícia estão sendo, indevidamente, exercidas por pessoas não policiais, os chamados a docs, contratados pela própria Polícia Civil ou que muitas vezes são admitidos dentro das Unidades Policiais via acordo com as Prefeituras em que estas estejam localizadas, o que é uma afronta à Constituição Federal por trata-se de agentes públicos nomeados, e o cargo exigir contratação por meio de concurso público.
É dever do Governo respeitar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LEI COMPLEMENTAR Nº 101, DE 4 DE MAIO DE 2000), no entanto ao não convocar mais Escrivães para suprir a falta no Estado, o Governo descumpri a Lei que fixa um número mínimo de servidores nessa função. O que é também uma inobservância ao princípio administrativo da legalidade, bem como o aproxima da prática de improbidade administrativa por omissão.
O Estado de Minas Gerais possui atualmente menos de 600 Escrivães efetivamente dentro das Delegacias.
Em um estudo desenvolvido pelo próprio Governo foi realizado um levantamento que aponta a necessidade de no mínimo mais 4.000 escrivães para prover de forma aceitável (e não desumana como agora se vê), a demanda para a função referida.
O concurso público realizado em 2011/2012 apresentou ao final das etapas de prova objetiva, teste de digitação, teste psicológico, biomédico e biofísico cerca de 830 candidatos aptos para a carreira, todavia foram convocados para iniciar o curso de formação apenas 298. Dessa forma, questionamos aos Senhores: Se a necessidade é evidente por que não convocar os candidatos aptos a desempenhar a função para a qual estão dispostos a se prepararem para exercê-la?
Por que permitir que a função do Escrivão de Polícia seja delegada a pessoas incompetentes (no sentido de que as mesmas não foram submetidas a todas as etapas de um certame exaustivo e dispendioso – atendendo ao princípio constitucional do concurso público, e nem foram submetidas à curso de formação policial para que estejam desenvolvendo atividade de cunho exclusivamente policial), uma vez que a lei não permite que outras funções como juiz, promotor, delegado ou agente sejam exercidas de forma a doc?
Faz-se relevante ressaltar ainda as diversas aposentadorias, licenças e demais direitos trabalhistas da classe que devem ser providas de forma célere e hábil atendendo ao princípio de eficiência a que o estado deve se submeter. Não seria mais viável e parcimonioso capacitar um número maior de candidatos excedentes para minimizar esse problema?
De acordo com a publicação no site oficial da Transparência de Minas Gerais no tópico de Pessoal, constam na folha de pagamento a receber atualmente a remuneração como sendo Escrivães de Polícia o número exato de 1.444 pessoas, sendo certo que a Lei que institui o número de cargos abertos para o Cargo hoje traz o número de 1.878 cargos abertos para Escrivão de Polícia. Observa-se que a diferença entre as vagas existentes e as devidamente ocupadas é de 434, se consideramos que deste, 298 serão ocupadas pelos atuais aspirantes que estão na ACADEPOL, encontraremos o remanescente de 136 vagas abertas e NÃO DEVIDAMENTE OCUPADAS.
Essas 136 vagas estão verdadeiramente abertas ou estão sob a posse dos a docs e por policiais de outras carreiras em desvio de função?
Ainda de acordo com a folha geral de pagamente do Governo as pessoas contratadas com o título de “contrato administrativo auxiliar administrativo” estão percebendo a remuneração mensal do valor inferior a R$ 900,00, enquanto quem é investido no cargo de Escrivão percebe uma remuneração aproximada de R$ 2245,91. Esta suposta economia é absolutamente inaceitável por ser totalmente inconstitucional e está apta a promover sérios prejuízos ao erário futuramente.
Cientes de tais fatos e ainda no pronunciamento de vários líderes e autoridades nos meios de comunicação, afirmando sobre uma convocação além do número de vagas, todos os candidatos deram prosseguimento ao certame e completaram todas as etapas com êxito.
Com uma eliminação extremamente reduzida com relação ao concurso anterior e promessas de lideres políticos e administrativos de uma expressiva convocação, empenhamos tempo, recursos financeiros e esperança para fazermos parte da corporação. Existem várias denúncias por parte do SINDPOL, bem como das grandes emissoras de televisão e rádio, referentes a esse problema que prejudica a integração das polícias e dificulta a solução de inquéritos, fato provado pelas estatísticas de criminalística divulgada pelo competente sindicato.
O povo mineiro tem direito a uma segurança eficiente, que não torne o Estado um dos líderes de inquéritos não solucionados, além de ser do interesse de todos os excedentes, enquanto candidatos, mas também de toda a população que carece de segurança.
Estamos próximos da copa do mundo e outros eventos internacionais e nacionais, no entanto Minas Gerais não possui um contingente, nem se quer de acordo com o que a Lei de regência da PC MG determina.
Sobre o prazo de validade de seis meses do concurso, entendemos que tal acarreta uma série de prejuízos: para os cofres públicos porque realizar concurso significa também investir dinheiro; e também aos candidatos que se dedicaram para participar das diversas etapas do concurso vigente com gastos pessoais com as passagens à Belo Horizonte, local de realização das etapas, assim como com os exames médicos que deveriam ser por conta de cada candidato ao cargo de Escrivão.
Dentro do quadro apresentado, entendemos ser adequada e necessária a convocação dos excedentes do concurso atual, todo para que a PC possa atender ainda melhor à população mineira.
Desejamos ainda, saber qual seja a real posição do Governo diante da necessidade inquestionável de escrivães no Estado de Minas Gerais?
E se parte do novo empréstimo que está sendo votado na ALMG ao BIRD será destinada ao concurso da PC MG que agora está vigente?
Caro Eduardo, como seu ouvinte e admirador há muito tempo pergunto-lhe:
1. Já observou que na descida da Av. Nossa Senhora do Carmo colocaram placa grande proibindo o trânsito de carretas e deixaram logo a seguir placa informando que a proibição é apenas até as 20hs?
2. A Grande Radio Itatiaia já tomou ciência da Resolução do Conselho Federal de Medicina nº 1974/11, que estabelece as normas de publicidade médica, inclusive proibindo médicos de fornecerem telefone e/ou endereço de consultório quando entrevistadas?
Atenciosamente – Nelson