Qualidade de vida é fundamental, mas quase ninguém pára para pensar que a vida pode ser muito melhor e mais simples com pequenos gestos e atitudes que podem fazer a maior diferença no nosso cotidiano e – claro – também na vida. Coisas como:

· Abrir a porta do carro para a namorada ou amiga não é apenas um ato elegante em desuso. É uma forma de cortesia que demonstra respeito e carinho pela pessoa.

· No trabalho sempre que for buscar um café ou água, não custa perguntar se alguém quer e trazer com prazer – pelo menos para quem senta ao lado ou os colegas mais próximos.

· Em supermercados não faltam ocasiões para ser gentil. Deixe aquela senhora ou senhor idoso passar na frente na fila dos frios ou da carne. Mas, principalmente, na fila do caixa quando você está com o carrinho lotado e atrás de você está uma pessoa com um ou dois volumes a mais do que o permitido no caixa expresso – dê um sorriso e a deixe passar.

· Ser cortês também está ligado a não ser folgado… Por isso, no carro de alguém ou mesmo em casa, não mude o canal da TV ou a estação de rádio sem consultar o dono do carro ou as pessoas que estão junto. E lembre-se: por favor e obrigado são palavras essenciais…

· Saindo da garagem, em esquinas ou em cruzamentos, mesmo que esteja com pressa, vá com calma e deixe o nervoso, atacado ou estressado, seguir na sua frente. Em vez de buzinar, xingar e fazer cara feia, sorria e pense em seu bem estar. Nada é mais importante que o seu bom humor.

· Para os homens, ser gentil com as mulheres é uma questão de princípios. E não apenas com aquela na qual está interessado. É essencial a cortesia em todos os momentos e até mesmo no modo de falar ou pedir alguma coisa, principalmente em cargos de chefia.

· Você vê aquele casal lutando com o carrinho de bebê na escada rolante e o outro filho pela mão. Custa ajudar com o carrinho?

· Depois de ir a um jantar na casa do amigo ou chefe é extremamente gentil e sempre bem-vindo ligar para agradecer o convite, completando que adorou o jantar.

· Procure incorporar a cortesia em sua vida. No elevador, em filas, e principalmente em lugares difíceis ou situações de crise.

Essa é a diferença entre o sujeito insignificante, igual a todos e aquele de quem todo mundo lembra quando quer companhia.