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Queremos ser o país dos ‘noiados’?

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De acordo com os dicionários, “noiado” é o sujeito drogado, estressado, confuso. Mas, na voz das ruas, trata-se do cidadão que vive tomado pelo vício das drogas, não consegue mais se relacionar, não tem o chamado “livre arbítrio” em condições de decidir. Repito: essa segunda definição é a do povo, não dos especialistas.

O que importa, hoje, é que uma pesquisa feita pelo Datafolha confirma o que todos já sabiam: 90 por cento dos brasileiros aprovam a internação dos viciados, ainda que eles não queiram. Mesmo os adultos devem ser internados compulsoriamente, disseram mais de 2 mil pessoas de 159 cidades.

Esses anônimos não estão sós: a juíza da Vara da Infância de Belo Horizonte, Valéria Rodrigues, está cansada de repetir; o secretário antidrogas do Governo de Minas, Clóvis Benevides também. Aliás, o secretário chegou a levar um caminhão para a Pedreira Prado Lopes à disposição de usuários que, convidados por ex-viciados, topassem uma internação para tratamento. Foi apenas por uma manhã. Nunca mais disseram por quê. Mas, um passarinho bem informado me contou que a coordenadora de saúde mental da Prefeitura da capital reclamou e o Governo do Estado recuou. Outra intimidação foi a ação que os conselhos regional e federal de Psicologia entraram na Justiça pedindo o fim da intervenção.

Mais ou menos a mesma polêmica que está acontecendo em São Paulo. Tem sido assim. Quando alguém ameaça entrar no problema aparece a turma do contra e tudo continua na estaca zero. E continuamos convivendo com os usuários fora de controle em todo o país num quadro que nos deixa entre os sentimentos de dó e pavor – dó por não ver futuro para jovens totalmente tomados pelo vício e pavor porque a maioria deles é capaz de qualquer coisa para satisfazer o desejo permanente de ingerir mais droga.

É espantoso. E não se restringe a grandes cidades. Os boletins de ocorrência são o retrato fiel da gravidade da situação. Na verdade, no duro mesmo, até ontem nem o governo federal, nem o estadual e muito menos os municípios mineiros trataram o tema como deveriam. Para se ter uma idéia, Belo Horizonte reservou em seu orçamento do ano passado 50 mil reais para as ações de educação, prevenção e combate às drogas. É uma mixaria tão desmoralizante que ninguém sequer sabe se gastaram a “fortuna”…

Duas bolas, por favor – Danuza Leão

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Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir sorvete de sobremesa, contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido.
Uma só.
Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa.
Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um litro de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.

O sorvete é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.
A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade.
A gente sai pra jantar, mas come pouco.
Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.
Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de ‘fácil’).

Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta.

Tem vontade de ficar em casa vendo um dvd, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar.

E por aí vai.

Tantos deveres, tanta preocupação em ‘acertar’, tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação…
Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão…

Às vezes dá vontade de fazer tudo “errado”.
Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos.
Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito.
Recusar prazeres incompletos e meias porções.

Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar várias bolas de sorvete, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.

Um dia a gente cria juízo.
Um dia…
Não tem que ser agora.

Por isso, garçom, por favor, me traga: cinco bolas de sorvete de chocolate…
Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago.

Plante o futuro – Trecho do livro Para Que Minha Vida Se Transforme / Maria Salette e Wilma Ruggeri

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Um senhor já idoso amava muito as plantas. Todos os dias acordava bem cedo para cuidar de seu jardim. Fazia isso com tanto carinho e mantinha o jardim tão lindo que não havia quem não admirasse suas plantas e flores. Certo dia resolveu plantar uma jabuticabeira.

Enquanto fazia o serviço com toda a dedicação, aproximou-se dele um jovem que lhe perguntou:

- Que planta é essa que o senhor está cuidando?

- Acabo de plantar uma jabuticabeira! – respondeu.

- E quanto tempo ela demora para dar fruto? – indagou o jovem.

- Ah! Mais ou menos uns 15 anos – respondeu o velho.

- E o senhor espera viver tanto tempo assim? – questionou o rapaz.

- Não meu filho, provavelmente não comerei de seu fruto.

- Então, qual a vantagem de plantar uma árvore se o senhor não comerá de seu fruto?

- O velho, olhando serenamente nos olhos do rapaz, respondeu:

- Nenhuma, meu filho, exceto a vantagem de saber que ninguém comeria jabuticaba se todos pensassem como você.

- O rapaz, ouvindo aquilo, despediu-se do velho e saiu pensativo.

- Depois de caminhar um pouco, encontrou à sua frente uma árvore e parou para descansar à sua sombra.

- De repente olhou para cima e percebeu que se tratava de uma jabuticabeira carregada de frutos maduros. Pôde então saborear deliciosas jabuticabas. Enquanto comia, lembrou-se da sua conversa com o velho e refletiu:

- “Estou comendo esta jabuticaba porque alguém há 15 anos atrás plantou esta árvore. Talvez essa pessoa não esteja mais viva, mas seus frutos estão.”

Água e óleo não se misturam

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Os últimos dias foram marcados por noticias de crise na cúpula da Defesa Social, que teriam resultado, entre outras coisas, na substituição do comandante-geral da Polícia Militar. É um equívoco. Há três meses o coronel Renato Vieira disse ao governador que estaria completando 30 anos de farda em fevereiro e gostaria de ir para a reserva por uma serie de fatores, a começar pelo fato de que já ficou oito anos no comando do policiamento da capital, oito meses na chefia do Estado Maior e os últimos três anos no comando-geral. Essa é a hora.

Nâo há crise na PM que conta hoje com uma tropa cuja progressão profissional está assegurada: soldado tem de ter terceiro grau e começa com R$ 2.320,00; já estão aprovados em lei reajustes que elevarão o salário mínimo para R$ 4.500,00 em três anos e candidato a oficial só entra no disputadíssimo vestibular da Academia se for bacharel em Direito. Quanto as saídas de Lafaiete Andrada e Genilson Zeferino estão mais ou menos explicadas por muitos motivos, mas, especialmente, porque eles não se falam. Então, como e quem vão comandar?

Há uma outra falta grave pela qual o governador ficou muito decepcionado com Zeferino. E, além disso, há a bendita integração com a Polícia Civil. Essa é a missão quase impossível que só continuou esperança no governo Aécio Neves porque, no momento mais crítico, ele colocou na cadeira de secretário o próprio Anastasia, à época vice governador. Se Anastasia preservar o sonho deve colocar lá alguém que use a caneta dele, governador. Simplesmente porque alguns pecados humanos cercam as duas corporações: vaidades, ciúmes, apreço pelo poder.

Então, nesses tempos cheios de “especialistas” em segurança, se quiserem um palpite do velho repórter façam logo a fusão… É. Acabem com uma delas de forma que seus recursos humanos e materiais sejam absorvidos pela outra… É isso ou a gente vai continuar fingindo amizade. E quem fala isso é a mesma pessoa que dois, três anos atrás acreditava na irreversibilidade da integração. Esqueci-me de que tratávamos de humanos e aí não tem interesse público, cumprimento do dever ou sentido de sociedade que supere esse desejo incontido que a gente tem de ser mais forte, mais bonito, mais rico, mais famoso e mais respeitado. Sobretudo quando se tem carteira de autoridade e direito de andar armado.

Elegância – Martha Medeiros

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Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.

É uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam, nas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.

É possível detectá-la em pessoas pontuais.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.

Oferecer flores é sempre elegante.

É elegante você fazer algo por alguém e este alguém jamais saber disso…

É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição.

Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo.

É elegante a gentileza… Atitudes gentis, falam mais que mil imagens.
Abrir a porta para alguém… é muito elegante.
Dar o lugar para alguém sentar… é muito elegante.
Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma…
Olhar nos olhos ao conversar é essencialmente elegante.

Pode-se tentar capturar esta delicadeza pela observação. Mas tentar imitá-la é improdutiva.

A saída é desenvolver a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que “com amigo não tem que ter estas frescuras”.

Educação enferruja por falta de uso. E, detalhe: não é frescura.

Casamento – Adélia Prado

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Há mulheres que dizem:
Meu marido, se quiser pescar, pesque,
mas que limpe os peixes.
Eu não. A qualquer hora da noite me levanto,
ajudo a escamar, abrir, retalhar e salgar.
É tão bom, só a gente sozinhos na cozinha,
de vez em quando os cotovelos se esbarram,
ele fala coisas como “este foi difícil”
“prateou no ar dando rabanadas”
e faz o gesto com a mão.
O silêncio de quando nos vimos a primeira vez
atravessa a cozinha como um rio profundo.
Por fim, os peixes na travessa,
vamos dormir.
Coisas prateadas espocam:
somos noivo e noiva.

A chance imperdível

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Entre os países do primeiro mundo do futebol, o Brasil é o único que preserva os Campeonatos Regionais. Por isso, muita gente é contra e acusa a competição de desnecessária e sem importância.

Isto é um assunto para uma discussão mais ampla, mas já que ele existe (o Campeonato Regional) fica bem aproveitá-lo. Como?

Os jogos vão do final de janeiro ao começo de maio, aqui envolvendo 12 clubes.

O período deve ser aproveitado para a armação dos times, avaliação dos novos jogadores que chegaram e tirar um ganho especial no entrosamento e nas condições físicas.

Os nossos principais clubes mudaram muito a sua cara.

O torcedor deve ter paciência para que o jogador se sinta em casa e não fazer julgamentos por uma partida só.

O público gosta do Campeonato Regional. Um jogo Villa X Atlético ou Cruzeiro X América , carrega mais emoção do que um Cruzeiro X Atlético Goianiense ou um Atlético X Grêmio Barueri , por exemplo.

No final do Regional o clube precisa sair com a espinha dorsal pronta e uma opinião sobre a qualidade do elenco para , assim, encarar o Campeonato Brasileiro, sem aquela maluquice de contratar, contratar, contratar durante a nossa principal competição.

O Brasileirão é o banquete. O futebol mineiro foi ridicularizado com piadas na imprensa nacional e nas redes sociais pelo drama da luta contra o rebaixamento. Foi um sofrimento sem tamanho e isto não pode se repetir.

Depois de quase a morte, vem o Independência no Mineiro 2012

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Meu amigo Bruno Azevedo da Itatiaia se diz animado com o Campeonato Mineiro que começa no próximo final de semana, e a razão é simples: voltam os jogos dos grandes ao Independência. Jogar em casa é sempre importante, fazer valer o mando de campo. Meu terreiro é meu mundo.

A promessa das autoridades de entregar o novo estádio na última semana de fevereiro é fundamental para Atlético, América e Cruzeiro se prepararem para uma grande temporada. Tomara que o torcedor de Belo Horizonte se readapte o mais rápido possível com o caminho do Independência para ver grandes vitórias.

Fica uma expectativa quanto ao futebol que o caçula da competição, o Nacional de Nova Serrana, vai apresentar, da mesma maneira esperando o Boa Esporte Clube, depois de uma campanha surpreendente na Série B, quase subindo no seu primeiro ano de disputa.

O Atlético manteve a base com o técnico Cuca e tem tudo para dar alegrias ao seu torcedor apaixonado pelo Galo doido.

O América que cresceu muito na metade do Brasileirão do ano passado e tem um ótimo trabalho de base pode aparecer bem no ano do centenário, e jogando em casa, melhor ainda.

O Cruzeiro foi o que mais contratou depois de um ano de 2011 com inicio sensacional até cair na Libertadores e o desespero do final da temporada, só aliviada com a vitória encima do Galo. Ainda precisa pensar num treinador mais experiente.

Enfim, é pedir a você torcedor apoio total ao seu time nos estádios. Vibre, reclame e peça melhorias sempre. Vamos torcer, vamos cobrar sempre um Campeonato Mineiro melhor. São os estaduais a célula-mãe do futebol brasileiro.

Depois de quase a morte, vem ai o Independência no Mineiro 2012, bonito e cheirando a tinta, já era hora dele voltar.

E para você, quem será campeão, o que precisa mudar no seu time?  Diz aqui embaixo.

Não me altere o samba tanto assim

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Dias atrás, diante de um repórter ansioso por resposta rápida e conclusiva para assunto dos mais polêmicos, um ministro do Supremo Tribunal Federal sentenciou: “Faça como o velho marinheiro, que durante o nevoeiro, leva o barco devagar”. Pois, agora, quem pede licença ao poeta Paulinho da Viola sou eu para usar o início da mesma letra que diz: “Tá legal, eu aceito argumento, mas não me altere o samba tanto assim…”

É tudo que preciso para definir meus sentimentos em relação a episódios recentes. Vamos a um deles: enquanto o Brasil inteiro comenta o fato de um coronel da PM ser afastado, no Rio, por receber propina, eu quero saber é como o tal acusado fez carreira de oficial, chegou ao mais alto posto se, nas últimas décadas, ele era juiz de futebol profissional… Então, como pode um cidadão que apita quarta e domingo, viajando por esse país de dimensões continentais e, paralelamente, passar de tenente a capitão, depois a major, a tenente-coronel e seguir vitorioso e brilhante até assumir o comando de um batalhão?

Mas, o espanto não é privilégio dos cariocas. Aqui, por exemplo, pistas nas quais candidatos fazem exame para obtenção da carteira de motorista estão cheias de buracos e barro. Mais uma: depois que um prédio caiu, a nossa justiça não conseguiu encontrar o dono de outro que precisava ser derrubado. Pessoas vítimas de furtos, assaltos e outros crimes quando levadas a uma delegacia de polícia estão esperando até 24 horas para prestar depoimento e ir para casa, sem o problema resolvido.

Ah, se em São Paulo um artista plástico saiu atirando rua afora, em nossas terras um moço que vinha da praia parou o carro, pulou na água, nadou até o outro lado do rio e sumiu no mato enquanto outro rapaz nadou até desaparecer nas águas da Pampulha. Como costumamos dizer aqui em Minas, “o trem tá ou num tá esquisito?”

E o PT, no seu dilema se lança candidato próprio ou segue seu novo caminho, de PMDB e DEM que é o de encostar para não perder os cargos?

E no futebol? Cruzeiro e Atlético quase caíram; agora, para melhorar um trás lateral dos Estados Unidos e o outro contrata um reserva do Grêmio… Tem base?

E os vereadores, hein, em vez de se envergonharem com a péssima repercussão do auto-aumento abusivo, estão gastando uma fortuna com um “comunicado” que não convence ninguém. Aliás, todo mundo tem explicação para tudo. Tá legal, eu aceito argumento, mas, não altere o samba tanto assim… Machuca!

Aprendendo a viver – Herman Melville

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Aprendi que se aprende errando
Que crescer não significa fazer aniversário.
Que o silêncio é a melhor resposta, quando se ouve uma bobagem.
Que trabalhar significa não só ganhar dinheiro.
Que amigos a gente conquista mostrando o que somos.
Que os verdadeiros amigos sempre ficam com você até o fim.
Que a maldade se esconde atrás de uma bela face.
Que não se espera a felicidade chegar, mas se procura por ela
Que quando penso saber de tudo ainda não aprendi nada
Que a Natureza é a coisa mais bela na Vida.
Que amar significa se dar por inteiro
Que um só dia pode ser mais importante que muitos anos.
Que se pode conversar com estrelas
Que se pode confessar com a Lua
Que se pode viajar além do infinito
Que ouvir uma palavra de carinho faz bem à saúde.
Que dar um carinho também faz…
Que sonhar é preciso
Que se deve ser criança a vida toda
Que nosso ser é livre
Que Deus não proíbe nada em nome do amor.
Que o julgamento alheio não é importante
Que o que realmente importa é a Paz interior.

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